Operação Pentágono: grupo responsável por megassalto no Mato Grosso é alvo da operação

Operação Pentágono: grupo responsável por megassalto no Mato Grosso é alvo da operação

Em uma ação coordenada de larga escala, a Polícia Civil do Maranhão prestou apoio estratégico à Polícia Civil do Mato Grosso para deflagrar, na última quinta-feira (9), a terceira fase da Operação Pentágono. O foco da ofensiva é o desmantelamento da organização criminosa envolvida no ataque a uma transportadora de valores em Confresa (MT), ocorrido em abril de 2023.

 O episódio é registrado como o maior e mais violento roubo da história do estado mato-grossense, executado sob a modalidade de “domínio de cidades”.

Prisões no Maranhão

Ao todo, a Justiça expediu 97 ordens judiciais, que incluem mandados de prisão, busca e apreensão domiciliar, além do bloqueio de contas bancárias. A operação se estendeu por diversos estados, evidenciando a ramificação interestadual da quadrilha, com alvos localizados no Mato Grosso, São Paulo, Tocantins, Rio Grande do Norte, Pará e Maranhão.

No território maranhense, o impacto da operação resultou no cumprimento de oito mandados de busca e apreensão. As incursões ocorreram nas cidades de Imperatriz, Vitorino Freire, Pinheiro e Santa Luzia do Tide. Durante as diligências em solo maranhense, duas pessoas foram detidas.

Forças de segurança

A execução da Operação Pentágono no Maranhão demandou uma estrutura logística robusta e integrada. Participaram da ação equipes da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI) e do Grupo de Pronto Emprego (GPE/SPCI).

O suporte operacional também contou com o efetivo das Delegacias Regionais de Imperatriz, Santa Inês, Bacabal, Zé Doca e Pinheiro. Para garantir a agilidade e segurança das equipes em campo, o Centro Tático Aéreo (CTA) prestou apoio fundamental nas incursões.

O crime de Confresa

O roubo que deu origem à investigação chocou o país pela agressividade. Na modalidade “domínio de cidades” (também conhecida como “novo cangaço”), os criminosos sitiam municípios, utilizam armamento de guerra e fazem reféns para impedir a reação das forças de segurança locais enquanto atacam instituições financeiras ou transportadoras de valores. A Operação Pentágono busca agora asfixiar financeiramente o grupo e retirar de circulação os demais articuladores do ataque de 2023.

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